5 de julho de 2010
Piquenique de julho
1 de julho de 2010
dia 4 de julho
23 de junho de 2010
Encontro de turma com piquenique
anos em sépia* - a melancholic version from audioluiz on Vimeo.
O amigo Luiz Claudio, do blog Isto me Faz Bem, fez o vídeo com as fotos que choveram no grupo depois do reencontro. Ele mesmo não foi, mas sempre foi assim, generoso, criativo.
Eu tenho a maior resistência aos encontros de turma de faculdade, como jantar de adesão, em que se reserva uma mesona num restaurante mequetrefe qualquer (com preço razoável para que todos tenham condições de pagar) e que, mesmo sem querer reproduzir a atitude juvenil dos tempos universitários, forman-se grupinhos com os que estão sentados ao lado e à frente. Por isto, propus um piquenique.
Tudo começou quando o amigo Paulo Barouckh me encontrou ao acaso através do leitor do Come-se e amigo dele, Daniel Brazil. Logo vieram se somar outros amigos nesta redescoberta. Alguns que eu não via e não vejo há 27 anos! O próprio Luiz, ainda não vi e morro de saudade. Chegou a Graziela Azevedo (muita gente deve recebê-la sempre em casa, já que trabalha como reporter da Globo há anos) e já fomos combinando um encontro pra lembrar dos velhos tempos de faculdade, quando eu ainda estudava jornalismo na PUC, com a barulhenta turma de 1982, bichogrilos, pós-punks, new wave, músicos, poetas, artistas e outros bichos que formavam um bando. O Facebook ajudou a reunir a maioria destes amigos e foi incrível.
Embora eu tenha ficado por lá só um ano e meio, aquela era minha turma e não preciso relatar aqui todas as aventuras que vivemos juntos e as emoções que sentimos neste reencontro. Alguns eu vejo sempre e são presença constante na minha vida até hoje, mas, queridos, são todos.
Só quero dizer, afinal este é um blog de piqueniques, que apesar de alguns probleminhas - apenas dois, na verdade: dificuldade de encontrar o lugar combinado e tempo exíguo por causa do jogo do Brasil na Copa à tarde -, a experiência do piquenique foi um bom ensaio para confirmar minhas suspeitas de que uma toalha xadrez estendida no gramado de num parque espaçoso e ensolarado pode ser mais prazeroso que os jantares de adesão num restaurante ou num bar barulhento. É claro que uma reunião ampla e irrestrita pode derivar para um bar depois, em grupos menores.
Mas o bom do piquenique é que vai quem quer - cachorros, sogras, crianças, agregados; ninguém precisa gritar para ser ouvido - as conversas se dão em rodas com livre movimentação; ninguém se preocupa com que roupa deve ir e, o melhor, ninguém precisa meter a mão no bolso ou dar a desculpa de que não vai por estar durango, afinal, alguns sanduichinhos de mortadela com pão francês montados em casa, além de um suco ou uma garrafa térmica com café ou uma simples cesta de frutas já fazem bonito, pode ter certeza. O importante é partilhar - comidas e emoções.
No nosso caso, cada um se empenhou em levar comidas gostosas, seus talheres e outros utensílios. E no final todo mundo trocou as sobras dos quitutes, além de muitos abraços, beijos, impressões, telefones e a promessa de que o reencontro continua (a julgar pela verve nos emails pós encontro, eu acredito)
Veja aqui mesmo vídeo colorido e musicado com Love is Strange.
22 de junho de 2010
Como levar taças em piquenique
Se você não tem um porta-taças especial para degustações como este da foto abaixo, da minha amiga Graziela, levado no domingo a um piquenique no Parque Vila Lobos (para reunir velhos amigos de faculdade), pode improvisar como eu, embalando-as individualmente. Basta cortar garrafas plásticas de leite (ou, quem sabe, de pet grande) e emborcar uma parte na outra. Não é lá muito lindo, mas é seguro. Faço isto há muito tempo e nunca quebrei uma taça. Vale também para copos, claro. 21 de junho de 2010
Tortinhas de maçã

A Veronika chegou ao último piquenique com uma caixa de Sedex amarela e nada atrativa, que, pelo aroma, anunciava delícia frutada, doce de forno. Dentro, ainda muito quentes e aconchegadas sobre toalha xadrez e fofa, minis tortas de maçãs ainda nas forminhas, que atacamos feito formigas. À receita: Tortinhas de maçã. De Veronika Paulics Massa
200 g de farinha de trigo (metade integral, metade refinada)
100 g de manteiga sem sal
1 colher (sopa) de açúcar cristal
1 pitada de sal
2 ovos
Recheio
4 maçãs Fuji grandes passadas no ralo grosso
Suco de um limão siciliano
Casca de limão siciliano ralada fina, a gosto
1 colher (sopa) de açúcar cristal
1/2 xícara de uva passa preta
Farinha de rosca (para polvilhar)
Faça a massa: numa tigela, misture com um garfo a farinha de trigo, a manteiga, o açúcar e o sal. Quando formar uma farofa, junte os ovos. Misture até formar uma massa homogênea. Coloque num recipiente com tampa e leve à geladeira. Deixe até a massa ficar firme. Faça o recheio: numa tigela, misture a maçã ralada, o suco e a casca de limão, o açúcar e a uva passa. Cubra e deixe descansar até a massa ficar gelada e firme. Monte as tortas: divida a massa em 24 porções e forre com elas forminhas de fundo removível. Espalhe por cima um pouco de farinha de rosca e em seguida distribua o recheio (se sobrar algum líquido do recheio, separe e beba, mas não coloque sobre as tortinhas). Leve as forminhas ao forno quente e deixe assar por cerca de 40 minutos ou até que comecem a dourar. Rende: 24 tortinhas
18 de junho de 2010
convescote? não sei, não...
já piquenique todo mundo entende: vamos comer ao ar livre, improvisadamente. cada um traz o que tem e partilha. e quando o sol está quentinho e a grama não está encharcada, uau... não precisa de mais nada.
estes piqueniques perto de casa têm sido muito gostosos. no começo, nós, aqui de casa, cabíamos numa cesta de piquenique com tampa, do tipo zé colméia. mas é tanta coisa para levar – toalha, lugar para sentar, água de beber, garrafa com café, garrafa com suco, canequinha, copo, vinho, pão, tortinhas, empadinhas, bolo, manteiga, geléia e outros etcéteras que se alternam a cada dia – que no terceiro piquenique já inauguramos um carrinho de feira de piqueniques. até uma caixa de sedex usei para que as tortinhas chegassem embaladas e quentinhas...
um desafio que tenho me colocado é o que levar para que as crianças também se alimentem. enquanto elas correm pela praça, pulam, andam de bicicleta, brincam de bola, de pintar, de pular corda, de subir em árvore, os adultos (com uma ou outra exceção) ficam lagarteando ao sol, comendo gostosuras, trocando receitas, lendo, conversando. a gente sai sem nem pensar em almoço. mas as crianças gastam energia e não comem tanto assim.
algumas vezes, a fátima já levou sanduíches prontos, pão de forma e recheio. ela quase pediu desculpas por não ter feito o pão, mas disse: eu mesma montei os sanduíches! (parecia até que havia algum fiscal detectando a origem dos alimentos...) e os tais sanduíches foram um sucesso entre pequenos e grandes. pãezinhos de queijo e biscoitos de polvilho também fazem sucesso. mas acho que para o próximo, mais que tortinhas de maçã, experimentarei levar pequenos bolinhos – os muffins da neide são tão fáceis de fazer, podem ser uma boa opção. ou levar mais biscoitos feitos em casa, doces e salgados.
aos poucos, estes deliciosos “piqueniques de convescote” vão pedindo diferentes cardápios: café da manhã para calor ou frio, comidinhas gostosas para alimentar crianças, comidinhas boas para alimentar adultos e despertar alegrias, comidas em formatos que permitam a divisão do que sobra. e também sucos, chás, cafés, kefires batidos, vinhos.
as sugestões são bem-vindas, por escrito ou diretamente trazidas na sacola. porque um piquenique prepara o próximo que prepara o próximo que prepara. e a gente vai tecendo um fio de convívios e escotes, que nasce da praça e vai se enredando por aí.
Pão de amendoim com gergelim
Na minha cesta de piquenique sempre haverá pães, pois é preparo de rotina nos finais de semana ou sempre que o paneiro fica vazio. Só vou variando aqui e ali, mas mantenho a proporção de água, fermento, açúcar, sal, ovo e gordura. Quem varia é a matéria sólida, como farinhas, tubérculos, grãos; o tipo de gordura que pode ser banha, manteiga, óleo, azeite (costumo usar meia xícara, mas reduzo quando incluo grãos gordurosos como o amendoim ou nozes ou castanha do pará); e o tipo de açúcar - mascavo, mel, melado, geleia que, no pão salgado, funciona como equilíbrio de sabor e ajuda na coloração mais dourada da casca. Costumo fazer este pão com amendoim cru (só amendoim, com farinha de mandioca, com farinha de milho) e aquele e fica muito bom, mas aqui resolvi usar o amendoim torrado, sobra de outra coisa, e o gergelim que havia acabado de comprar no bairro da Liberdade. E costumo também bater tudo na máquina de pão. Só bater. Depois de crescido, moldo e faço os pães normalmente. Mas dou aqui o jeito simples de fazer, sem tecnologias, que foi como sempre fiz pão antes de ter a ajuda tecnológica. Dá sempre certo e mesmo quem nunca fez não vai errar.

17 de junho de 2010
Bolo de banana da Chus

16 de junho de 2010
Torta salgada da Chus
12 colheres (sopa) de farinha de trigo (300 g ou 2,5 xícaras)
15 de junho de 2010
Mais fotos do piquenique de junho
14 de junho de 2010
Junho de sol



11 de junho de 2010
Piquenique na Praça Senador Zé Roberto

Completando o que disse aí embaixo a Veronika, reforço o convite para o piquenique no coreto da Praça Senador José Roberto, no próximo domingo. Se o sol aparecer e a grama estiver seca, no gramado. Como o primordial café da manhã tem se encompridado até o chá das cinco, sugiro que tragam comidas versáteis, daquelas que num mudar de inclinação do raio do sol passam da mesa do café da manhã para a mesa do jantar. Como esta tortilla da Chus. Isto se aplica às tortas, sucos, saladas, pães, queijos, ovos cozidos, frutas, sobremesas e cafezinho. E vinho, sempre! Mas, claro, isto é só sugestão. Continua valendo mais a presença, a alegria, a espontaneidade. Vale até mãos vazias de cabeças distraídas que se lembram do encontro de última hora. Só não vale não ir.
Continua valendo também o desejo de um piquenique sem lixo, por isto o ideal é que cada família leve os próprios pratos, xícaras, copos ou taças e talheres - não descartáveis, claro, pois sempre haverá prato alheio para provar e estes utensílios são sempre providenciais. Vasilhas com tampa ou saquinhos para levar sobras embora, também. Guardanapos de pano e cestas para pãezinhos e frutas são bem-vindos. E uma toalha xadrez ou não.
Para quem não gosta de se sentar no chão, que tal cadeiras de praia? Ou uns tapetinhos para apoiar o joelho?
Neste domingo gostaria de fazer uma oficina de pigmentos naturais com as crianças. Então, se quiser trazer beterraba, colorau, açafrão-da-terra/ cúrcuma, café e outros coloridos naturais, além de papel e prancheta, seria legal. Outras coisa, eu levo. E quem sabe alguma brincadeira para adultos, como peteca e corda comprida? Quem tem corda? Veronika e eu, mais famílias, estaremos lá. Chegaremos por volta das 10 horas. Quem mais?
10 de junho de 2010
dia 13 de junho
se tiver um solzinho que seja, já sabe: traga jornal, café, pão. amigos. um lugar para sentar. um livro. um brinquedo.
31 de maio de 2010
no feriado, nada de piqueniques
tudo bem, pode continuar não gostando. mas as e os piquiniqueiros destes piqueniques perto de casa gostam de ir para bem longe de casa e não irão à praça no primeiro domingo de junho, por conta do feriado.
mas estarão lá na praça, com petiscos e cestas novas e toalhas e amigos, no segundo domingo de junho, dia 13.
prepara-se. a gente já está se preparando.
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21 de maio de 2010
Cesta de piquenique

Lá da Venda
Telefone: (11) 3037-7702
12 de maio de 2010
É pique-é pique- é piquenique!
11 de maio de 2010
Crianças gostam de piquenique
10 de maio de 2010
Piquenique de dia das mães
Manteiga para untar
Rende: 50 pãezinhos
Nota: esta é uma receita quem vem no rótulo do saquinho de polvilho.

Coloque numa tigela o açúcar, as farinhas, o óleo, as passas, a canela, as maçãs, o fermento, a manteiga, os ovos e as nozes, se for usar. Misture bem com uma colher de pau só até a massa ficar homogênea. Despeje em forma com furo no meio, untada e enfarinhada. Ou use a retangular de pão para ficar como um bolo inglês. Leve para assar em forno moderado.




4 de maio de 2010
domingo, 9 de maio
com toalha xadrez. crianças correndo na praça.
venha, traga seu café da manhã.
vamos respirar juntos.





























