28 de abril de 2011
Pão com ovos
Já ia me esquecendo de postar o pão que levei no último piquenique. É que publiquei no meu blog e acabei dando o caso por encerrado. Sei que o Piperca é uma coisa e Come-se é outra, mas, para não me repetir, deixo aqui apenas o link e reforço que é uma ótima saída para um lanche completo de piquenique.
http://come-se.blogspot.com/2011/04/pao-com-ovos-inteiros-na-massa-inteiros.html
Se São Pedro ajudar, tem piquenique no domingo!
20 de abril de 2011
Biscoitos de chocolate
Biscoitos de chocolate. De Veronika Paulics
misturei atabalhoadamente (o que significa que eu deveria ter pensado numa ordem para misturar tudo isso, mas não consegui. misturei sem ordem):
200 gramas de manteiga sem sal em temperatura ambiente
2 gemas
2 colheres (sopa) de creme de leite
1 xícara de açúcar
1 pitada de sal
2 xícaras de farinha de trigo
meia xícara de chocolate em pó
2 gemas
2 colheres (sopa) de creme de leite
1 xícara de açúcar
1 pitada de sal
2 xícaras de farinha de trigo
meia xícara de chocolate em pó
virou uma massa molenga, coloquei num papel manteiga, fiz virar um cilindro, coloquei na geladeira. cortei em fatias finas só na hora de colocar no forno. forno pré-aquecido no mínimo. deixei assar por uns 20 minutos. tirei. esperei esfriar antes de tirar da assadeira. podem ser feitas mais grossas, mais finas, com ou sem recheio. uma receita é muita bolachinha. mas como ficam gostosas, pode-se fazer muitas receitas e sempre será pouco.
18 de abril de 2011
Batatas rústicas
Batatas Rústicas. De Jane Reolo
Ingredientes
Batatas, o que tiver, descascadas e cortadas em quatro
Azeite
Sal
Tomilho
Salvia
Alecrim
Modo de fazer: coloque as batatas numa forma, tempere com bastante azeite além de sal, tomilho, sálvia e alecrim a gosto. Cubra com papel alumínio e leve ao forno médio. Deixe assar por 20 minutos. Retire o papel alúminio e deixe mais 20 minutos aproximadamente ou até dourar.
15 de abril de 2011
Este tipo de antepasto é uma ótima opção para piqueniques, pois vai bem com qualquer tipo de pão e pode complementar um prato de salada de folhas verdes, servindo até como tempero. Este, feito pela Jane, estava especial, com as ervas marcantes.
Abobrinha em conserva. De Jane Reolo
2 abobrinhas cortadas em fatias
Bastante azeite
Sal, tomilho, alecrim, sálvia e orégano a gosto
Tempere a abobrinha com o sal e as ervas, espalhe numa assadeira e regue com azeite. Leve ao forno médio e deixe assar por cerca de 40 minutos ou até que a abobrinha fique macia. Sirva com pão.
14 de abril de 2011
Torta de bananas
Esta foi uma das comidas que não deu tempo de provar, já que planejava chegar às sobremesas depois de experimentar todos os salgados, e a chuva chegou antes. Mas que parecia apetitoso, ah, isto, parecia. Pelo menos agora temos a receita.
Torta de Banana. De Jane Reolo
3 xícaras de farinha de trigo
1 1/2 xícara de açúcar (se quiser, pode diminuir para 1, que também dá certo)
2 ovos
100 gramas de manteiga ou margarina culinária
1 colher (sopa) de fermento em pó
7 bananas nanicas bem maduras cortadas em tiras.
Misture os ingredientes, amasse só até ficar uma massa lisa e compacta. Deixe descansar por 10 minutos.
Forre com esta massa uma forma e coloque por cima as fatias de bananas. Polvilhe com canela e leve ao forno médio. Deixe assar por 30 minutos ou até que a massa fique com as bordas douradas.
12 de abril de 2011
Piquenique de abril
Boa ideia: Dilma levou saquinhos de lixo feitos de jornal
A previsão era de chuva de dia todo, mas teve sol pela manhã, o que animou piquiniqueiros a sairem de casa com suas cestas. Toalhas cheias de comidas quentinhas, geladas, frescas, crianças correndo pra lá e pra cá.
Mal deu a hora de mudar do café para o vinho e o céu começa a se zangar. Fiz rapidamente um menu degustação e pernas pra quem tem e que lá vem água. Acho que foi o piquenique mais curto da nossa breve história, não tendo durado mais que duas horas. Pelo menos teremos muitas receitas neste mês - isto, se todo mundo me mandar receitas para publicar.
O legal agora é que o grupo está tão grande que já pode se multiplicar para povoar a praça Zé Roberto todos os sábados, todos os domingos, todos os fins de tarde e fazer a qualquer dia festas de aniversário, encontros de família, reunião de turma da faculdade. Por que apenas uma vez por mês? E vamos ocupar todas as outras praças da Lapa. E de todos os bairros. Vamos fazer mais piqueniques, minha gente!
E se conseguirmos manter o modelo que temos adotado até aqui, muito melhor, menos lixo: cada um com seu kit copo-talheres-prato; embrulhos de panos em vez das embalagens industriais dos salgadinhos e isopores; sucos naturais em vez dos industrializados e refrigerantes, muitas frutas, pães, tortas e biscoitinhos caseiros etc. E isto é possível, fácil e prazeroso. É só ver as fotos.
11 de abril de 2011
sem pé nem cabeça
ontem, mil motivos, eu parecia uma barata tonta. o que em geral flui bem – separar copos, pratos, talheres, canecas, água de beber, água de lavar a mão, panos, toalha, achados e perdidos – parecia não encadear, era um nunca terminar ou encontrar o que faltava.
então, mais de onze da manhã e consegui sair com os meninos. lembrei que não deveria carregar muito peso para não forçar o braço e tomei a decisão mais ridícula da minha vida: eu, que gosto tanto de andar a pé, fui ao piquenique perto de casa de carro. de carro! até os meninos acharam engraçado. pareço uma barata tonta mas consigo rir da situação.
no fim das contas, foi bom ter ido de carro. primeiro, porque já tinha muita gente e, se fôssemos à pé, teríamos perdido uma boa parte da organização das toalhas – que é sempre uma farra. depois, por volta da uma e meia: chuva. é o segundo piquenique a terminar em chuva seguidamente. e correr na chuva com cesto, carrinho, bicicleta e criança não é bolinho.
como toda vez que nos encontramos, também desta vez foi pura festa. ou várias festas de uma vez. enquanto me virava em quinze, ainda em casa, para separar as coisas, chus e sérgio deram uma passada trazendo um pão doce que levariam para o piquenique se não chegassem as visitas. achei de uma delicadeza ímpar trazer um presente para o coletivo, mesmo sem estar. e a presença da chus estava desta vez mais luminosa que nunca. e o pão, com fermento natural, bom que só. (suas coisas estão comigo, chus.)
depois que o piquenique foi terminado pela chuva, ainda recebemos amigos que vinham-não vinham-resolveram vir. e a casa se encheu de ar de piquenique. criança brincando, adulto bebendo e partilhando caponata (do quê? de supermercado... segundo a priscila, o ingrediente principal é um supermercado picado bem miúdo, deixado no azeite para curtir...). e o dia se estendeu imenso domingo de acolhidas, até chegar numa segunda-feira, de almoço garantido. porque piquenique curto é menos tempo pra comer. e comida boa de piquenique vira almoço, vira café da manhã, vira de tudo um pouco, de todo pouco um muito.
agora é esperar as receitas do pão da chus, da mistureba que a mônica fez e é receita da dora que não conheço, o pão de piquenique da neide com ovos inteiros (até a casca...), o bolo de limão da fabiana e do edu, batatas com alecrim, e tanta coisa, tanta coisa que desta vez nem lembro, mas temos fotos que não fui eu que fiz.
neide estava de máquina na mão e logo põe foto e receita de tudo.
quanto aos achados e perdidos, devo confessar que desta vez fiz uma mandinga: jane, que lentamente vou conhecendo e descobrindo, veio ao piquenique algumas vezes e, na última vez que veio, deixou uma manta num dia de chuva a proteger meus meninos. a manta veio pra casa, foi lavada e guardada. e assim, seguidamente, a tal manta freqüentou vários piqueniques (como a própria dona da manta pôde constatar nas fotos), mas a jane não aparecia. desta vez, pensei: se eu não levar a manta, a jane vai. aposto! e não é que deu certo? nunca mais devolvo achados, só quando já estiverem muito, muito perdidos...
então, mais de onze da manhã e consegui sair com os meninos. lembrei que não deveria carregar muito peso para não forçar o braço e tomei a decisão mais ridícula da minha vida: eu, que gosto tanto de andar a pé, fui ao piquenique perto de casa de carro. de carro! até os meninos acharam engraçado. pareço uma barata tonta mas consigo rir da situação.
no fim das contas, foi bom ter ido de carro. primeiro, porque já tinha muita gente e, se fôssemos à pé, teríamos perdido uma boa parte da organização das toalhas – que é sempre uma farra. depois, por volta da uma e meia: chuva. é o segundo piquenique a terminar em chuva seguidamente. e correr na chuva com cesto, carrinho, bicicleta e criança não é bolinho.
como toda vez que nos encontramos, também desta vez foi pura festa. ou várias festas de uma vez. enquanto me virava em quinze, ainda em casa, para separar as coisas, chus e sérgio deram uma passada trazendo um pão doce que levariam para o piquenique se não chegassem as visitas. achei de uma delicadeza ímpar trazer um presente para o coletivo, mesmo sem estar. e a presença da chus estava desta vez mais luminosa que nunca. e o pão, com fermento natural, bom que só. (suas coisas estão comigo, chus.)
depois que o piquenique foi terminado pela chuva, ainda recebemos amigos que vinham-não vinham-resolveram vir. e a casa se encheu de ar de piquenique. criança brincando, adulto bebendo e partilhando caponata (do quê? de supermercado... segundo a priscila, o ingrediente principal é um supermercado picado bem miúdo, deixado no azeite para curtir...). e o dia se estendeu imenso domingo de acolhidas, até chegar numa segunda-feira, de almoço garantido. porque piquenique curto é menos tempo pra comer. e comida boa de piquenique vira almoço, vira café da manhã, vira de tudo um pouco, de todo pouco um muito.
agora é esperar as receitas do pão da chus, da mistureba que a mônica fez e é receita da dora que não conheço, o pão de piquenique da neide com ovos inteiros (até a casca...), o bolo de limão da fabiana e do edu, batatas com alecrim, e tanta coisa, tanta coisa que desta vez nem lembro, mas temos fotos que não fui eu que fiz.
neide estava de máquina na mão e logo põe foto e receita de tudo.
quanto aos achados e perdidos, devo confessar que desta vez fiz uma mandinga: jane, que lentamente vou conhecendo e descobrindo, veio ao piquenique algumas vezes e, na última vez que veio, deixou uma manta num dia de chuva a proteger meus meninos. a manta veio pra casa, foi lavada e guardada. e assim, seguidamente, a tal manta freqüentou vários piqueniques (como a própria dona da manta pôde constatar nas fotos), mas a jane não aparecia. desta vez, pensei: se eu não levar a manta, a jane vai. aposto! e não é que deu certo? nunca mais devolvo achados, só quando já estiverem muito, muito perdidos...
6 de abril de 2011
Carne louca da Chus
Incrível como pode ser gostosa uma carne preparada por uma vegetariana. Acho que é porque, além do capricho e o tempero perfeito, tem aquela pitada ou uma mão cheia de generosidade e tolerância, afinal o que mais se vê é vegetariano querendo a conversão dos pecadores. Já é a segunda vez que ela leva ao piquenique e não sobra pra contar história. Até a última gota do caldinho é capturada com um naco de pão! À receita, pois:
Carne louca desfiada. Por Maria Carbajal (Chus)
Para cozinhar a carne
Azeite, um tanto, tipo 4 ou 5 colheres (sopa)
1 cebola picada
Alguns dentes de alho 2 cenouras cortadas em rodelas
1 copo de vinagre
½ litro de caldo de carne (ou água quente e 1 cubinho)
Louro, algumas folhas Cheiro-verde, sal e pimenta-do-reino a gosto
Para o molho
1 tanto de azeite
Mais cebola, se gostar
Pimentões verdes e vermelhos
1 copo de vinho branco
Azeitonas picadas (podem ser verdes ou pretas) Mais salsinha
Coloque o azeite, a cebola e o alho na panela de pressão. Refogue a carne, coloque a cenoura. Junte o vinagre e o caldo, o louro, o cheiro verde, sal e pimenta. Tampe e deixar cozinhar no fogo baixo durante uma hora. Abra, verifique se a carne está molinha - se não estiver, coloque um pouco mais de água quente ou caldo e deixe cozinhar. Verifique o sal e temperos - isso depende do gosto, eu não experimento, só cheiro e então é difícil precisar. Quando a carne estiver bem macia, quase desmanchando, tire da panela e desfie. Deixe o caldo da carne na panela mesmo. Em uma frigideira, coloque o tanto de azeite suficiente pra refogar, a cebola, os pimentões e deixe corar tudo. Coloque o vinho branco, as azeitonas e a salsinha. Coloque a carne desfiada de volta na panela de pressão (onde tinha deixado o caldo), mexa um pouco, coloque o refogado da frigideira por cima, mexa bem. Deixe cozinhar um pouco pra tomar gosto. Verifique o tempero e veja se tem que acrescentar mais alguma coisa. Depois ajeite numa cumbuca e deixe macerar algum tempo antes de servir (fica melhor quando se faz no dia anterior).
Coloque o azeite, a cebola e o alho na panela de pressão. Refogue a carne, coloque a cenoura. Junte o vinagre e o caldo, o louro, o cheiro verde, sal e pimenta. Tampe e deixar cozinhar no fogo baixo durante uma hora. Abra, verifique se a carne está molinha - se não estiver, coloque um pouco mais de água quente ou caldo e deixe cozinhar. Verifique o sal e temperos - isso depende do gosto, eu não experimento, só cheiro e então é difícil precisar. Quando a carne estiver bem macia, quase desmanchando, tire da panela e desfie. Deixe o caldo da carne na panela mesmo. Em uma frigideira, coloque o tanto de azeite suficiente pra refogar, a cebola, os pimentões e deixe corar tudo. Coloque o vinho branco, as azeitonas e a salsinha. Coloque a carne desfiada de volta na panela de pressão (onde tinha deixado o caldo), mexa um pouco, coloque o refogado da frigideira por cima, mexa bem. Deixe cozinhar um pouco pra tomar gosto. Verifique o tempero e veja se tem que acrescentar mais alguma coisa. Depois ajeite numa cumbuca e deixe macerar algum tempo antes de servir (fica melhor quando se faz no dia anterior).
Berinjelas recheadas, de Mônica Montenegro
Mônica sempre traz frutas colhidas em seu quintal ou receitas que inventou de fazer com seus filhos. Neste piquenique, trouxe umas berinjelas assadas. A foto ficou uma lástima, mas as berinjelas... muito gostosas. É receita sem medida, adaptável. A seguir, a explicação da Mônica:
"Aferventei seis berinjelas orgânicas pequenas, cortei a ponta, retirei cuidadosamente o miolo e reservei.
Juntei ricota ao miolo e temperei com cebola ralada, cheiro verde e cebolinha, sal com ervas, azeite e castanha de caju picada grosseiramente.
Com este recheio, preenchi dois terços das berinjelas. Piquei tomate e também temperei. Usei o tomate para terminar de preencher as berinjelas. Joguei por cima cheiro verde picadinho.
Para ficarem de pé, embaixo de cada uma coloquei um quarto de pão francês sem miolo, com alho, sal e azeite.
Arrumei-as numa assadeira, coloquei em forno médio e deixei assar por 30 minutos."
5 de abril de 2011
Salada de sete grãos
Assim como a receita anterior, esta salada foi feita pelo Airton e não pela Adriana. E como é daquelas fórmulas que dão certo mas que podem ir nascendo com as possibilidades da despensa, entrego aqui as próprias palavras do autor para que você arrisque também sua versão. Esta, posso dizer que está aprovadíssima.
Salada de 7 grãos. Por Airton Pretini
1 1/2 xícara de Ráris ou outra mistura de grãos (usei naquela salada um resto de uma mistura que a Dri fez há um tempo, que continha gergelim preto. Não recomendo, manchou muito...)
Um cubo de caldo, preferencialmente de legumes
2 cenouras raladas
2 pepinos japoneses descascados e picados em cubos
Cebola picada (pode ser branca ou roxa)
Azeite a gosto
Limão a gosto
Sal a gosto
Opcional: umas pitadas do tempero Quatre Epices
Como eu fiz: Cozinhei o arroz de acordo com as instruções da embalagem, mas o único tempero que coloquei foi o caldo. Não coloquei o cubo inteiro; fui colocando aos pedacinhos, até que percebi que a água estava levemente saborizada. Deixei o arroz esfriar bem (fiz na verdade um banho de gelo, pra acelerar...) e aí temperei com as cenouras, os pepinos, a cebola, azeite, limão e sal. No final, coloquei umas pitadas do Quatre Epices, só pra dar uma realçada em alguns sabores. Descobrimos na 2a feira que fazer de um dia para outro é bem mais legal, portanto fica a dica.
Como eu fiz: Cozinhei o arroz de acordo com as instruções da embalagem, mas o único tempero que coloquei foi o caldo. Não coloquei o cubo inteiro; fui colocando aos pedacinhos, até que percebi que a água estava levemente saborizada. Deixei o arroz esfriar bem (fiz na verdade um banho de gelo, pra acelerar...) e aí temperei com as cenouras, os pepinos, a cebola, azeite, limão e sal. No final, coloquei umas pitadas do Quatre Epices, só pra dar uma realçada em alguns sabores. Descobrimos na 2a feira que fazer de um dia para outro é bem mais legal, portanto fica a dica.
30 de março de 2011
Pizza aperitivo
Desta vez não foi a Adriana quem fez as comidas, mas o Airton. E isto me fez ter uma grande ideia. Um piquenique em que as mulheres não fariam nada além de arrumar as toalhas no gramado (se eles se lembrarem de levar). Nem arrumar a cesta do piquenique, nem lembrar do saca-rolhas, nada. Vai ser divertido. Mas, pelo jeito, alguns homens não passarão aperto. Aqui está um bom exemplo.
Pizza aperitivo. De Airton Pretini Jr
2 massas de pizza da Padaria Vera Cruz (Av Celso Garcia, 3772, lá no meu Tatuapé – aproveite para comer um pedaço de pizza de muzzarela no balcão, é de se ajoelhar de tão bom...) Umas 2 cebolas roxas Azeite Sal a gosto 1 colher de chá de sal grosso Uns 8 ramos de alecrim
Para a pizza de cebola: corte as cebolas em fatias bem finas. Tempere-as com azeite e sal, e espalhe-as sobre a massa de pizza. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por uns 5 ou 7 minutos ou até que a cebola murche um pouco.
Para a pizza de alecrim: retire as folhas de alecrim do ramo, segurando a ponta do ramo com a mão direita e puxando as folhas para baixo com os dedos indicador e polegar da mão esquerda. Aqueca umas 2 colheres de sopa de azeite em uma frigideira, e refogue rapidamente o alecrim. Espalhe o alecrim e o azeite por cima da massa. Bata o sal grosso em um pilão, só para diminuir um pouco os grãos, e espalhe por cima do alecrim. Leve ao forno pré aquecido a 180 graus por uns 5 minutos ou até que o azeite em cima da massa comece a fritar.
o próximo
o próximo? no dia 10.
este mês está bem atribulado.
e cadê as receitas?
pois... cadê tempo para dar comida pro blogue...
este mês está bem atribulado.
e cadê as receitas?
pois... cadê tempo para dar comida pro blogue...
17 de março de 2011
Cachorrinho - doa-se

Clique para ver grande
Aproveitando que ao nosso último piquenique vieram também alguns cachorros, Chus nos contou a história do seu hóspede que chegou no dia anterior. Estavam, Sérgio e ela, andando na USP quando viram um ciclista atropelar um cachorrinho. Correram, fizeram-no parar, mas o filho da mãe disse que iria chamar socorro e sumiu pra nunca mais voltar. Como nossos amigos não iriam deixar o pobrezinho só naquela situação, levaram-no ao veterinário de confiança. Felizmente foi só o susto e uns arranhões. O cachorrinho agradeceu a gentileza e pediu abrigo pelo menos até se recuperar. Durante estes cinco dias de estadia, Pachi, nome carinhoso que recebeu em homenagem ao irmão de Chus, tem se comportado bem, feito suas necessidades no jornal e feito tudo para agradar. Agora, já recuperado, disse querer largar esta vida de andarilho, que é perigosa e incerta. Chus e Sergio apoiam a iniciativa do cachorrinho de deixar a ruas e também não teriam coragem de deixá-lo ir embora, mas já têm dois cachorros e prometeram se empenhar para achar um bom lar para ele. Alguém aí se habilita?
Sergio e Chus: carbajal@ajato.com.br
Tel: 11 3023.2824
14 de março de 2011
Imagens de um dia de pique
se quiser ver a foto maior, clique nela
Cheguei perto da hora do almoço ainda sonolenta. Encontrei um pique longe de casa cheio, alegre. Conversei boas conversas. Conheci novas pessoas.
Para as imagens fotográficas procurei olhar de um lugar só quase o tempo todo. Ali sentada com muita preguiça surgiram crianças e mais crianças. Cachorros. Alguns adultos mais para lá e para cá. Dei uma volta no coreto e outras imagens me olharam.
Antes do dia terminar veio a chuva lavar a praça e a correria dela.
Piquenique e águas de março
O dia acordou lindo, lindo, com sol e ceu limpo, mas a previsão do tempo era de chuva à tarde. Tentamos ir cedo e acordei antes das 8, mas queria moer o milho e fazer tortilhas para levar quentes. Quando chegamos às 11, só Veronika, Ricardo e as crianças e o tempo já mudando de humor. Aos poucos foram chegando gente adulta, criança e bebê. É até animal cachorro. Como sempre, foi gostoso e divertido. Sentimos falta da Fabiana e família, da Jane que não apareceu mais, do Paulo, da Kelly, da Clarinha.... Mas vieram amigas da Veronika pela primeira vez com seus bebês que dispensaram guloseimas da toalha xadrez para abocanharem peitos de leite quentinho. A chuva ameaçava, mandava uns pingos gordos que logo recuavam diante de nossa bravura e decisão firme em ficar ali no coreto da praça até as últimas consequências. Mas lá pelas quatro, a chuvona chegou com desejo de molhar. Baldes de água na nossa cabeça finalmente nos fizeram correr pra proteger panos, crias e comidas. Cada quem pegou o que era seu e também o que não era (quem ficou com a garrafa térmica cinza da Veronika? Estou com uma caneca vermelha de água que não é minha), recolhemos lixos e pernas pra quem tem. Chegamos em casa frios, pingando e rindo da situação. Afinal, tomar chuva no calor de vez em quando pode ser bom. Especialmente quando se tem um banho quente e roupa seca por perto - a vantagem de se fazer um piqueniquepertodecasa.
2 de março de 2011
não, não, não...
este primeiro domingo do mês é feriado de carnaval. além disso, parece que vai chover. então, nos vemos no outro domingo, dia 13. para desenrolar outros novelos, novos fios.
17 de fevereiro de 2011
cuscuz marroquino
adriana, que desta vez contribuiu com ânimo para o nosso achados e perdidos, enviou a receita do cuscuz. muito bom, pleno de aromas e muito bonito.

"lá vai a receita do cuscuz:
1/2 xícara de suco de laranja + 1/2 xícara de água: misturar e levar ao fogo até ferver. A receita original pede que se adicione 1 colher (de café) de curry e 1/2 cubo de caldo (galinha, carne ou legumes) a este líquido. Como eu não tinha o cubo em casa, temperei com cardamomo e o dobro do curry (talvez pudesse ter sido mais suave o tempero...).
Verter o líquido temperado sobre 1 xicara de semolina para cuscuz.
Deixar hidratar e depois "soltar" o cuscuz com um garfo.
Adicionar:
1 cebola, 2 cenouras e 1 pimentão vermelho cortados em quadradinhos bem pequenos (quanto menor, melhor - depende da paciência do autor)
1/2 xícara de uva passa sem semente
alguma castanha picada (se gostar)
1/2 xícara de salsinha picada
1/2 xícara de hortelã picada.
Acertar sal, azeite e limão a gosto.
Na versão com cardamomo, não usei o limão.
É claro que dá prá fazer variações sobre o mesmo tema e experimentar outros temperos."
"lá vai a receita do cuscuz:
1/2 xícara de suco de laranja + 1/2 xícara de água: misturar e levar ao fogo até ferver. A receita original pede que se adicione 1 colher (de café) de curry e 1/2 cubo de caldo (galinha, carne ou legumes) a este líquido. Como eu não tinha o cubo em casa, temperei com cardamomo e o dobro do curry (talvez pudesse ter sido mais suave o tempero...).
Verter o líquido temperado sobre 1 xicara de semolina para cuscuz.
Deixar hidratar e depois "soltar" o cuscuz com um garfo.
Adicionar:
1 cebola, 2 cenouras e 1 pimentão vermelho cortados em quadradinhos bem pequenos (quanto menor, melhor - depende da paciência do autor)
1/2 xícara de uva passa sem semente
alguma castanha picada (se gostar)
1/2 xícara de salsinha picada
1/2 xícara de hortelã picada.
Acertar sal, azeite e limão a gosto.
Na versão com cardamomo, não usei o limão.
É claro que dá prá fazer variações sobre o mesmo tema e experimentar outros temperos."
16 de fevereiro de 2011
brigadeiro
o brigadeiro da fabiana é, na verdade, o brigadeiro do edu:
"O brigadeiro foi feito pelo Edu (e ficou três vezes mais gostoso que o meu :-):
1 lata de leite condensado
3 colheres de sopa de chocolate em pó (estava fazendo com cacau, mas ele não dá ponto do mesmo jeito... aí resolvi voltar por chocolate!)
2 colheres de sopa de manteiga
Mexer até abrir o mar vermelho (era isso que meu tio dizia... até a gente passar a colher e as "ondas" de chocolate não se reunirem novamente)."
depois enrola em bolinhas e põe o granulado...
estes brigadeiros do edu tinham granulado de dois tons de marrom. ficaram bonitinhos. e gostosos. para mim, o desafio tem sido inventar um jeito sustentavel de forminha para brigadeiro. antigamente, só se usava forminha de papel. então chegaram as forminhas de papel aluminizado. agora, além da forminha, fica parecendo imprescindível colocar um pedaço de plático entre o brigadeiro e a forminha. deve existir forminha reutilizável. alguém conhece?
15 de fevereiro de 2011
quiche de alho poró
esta é mais uma das receitas da fabiana. muito gostosa e imagino que dê para variar o recheio. onde entra alho poró podem entrar muitas outras coisas.
"A quiche de alho poró, fiz assim:
Massa:
250 grs. de farinha de trigo
150 grs de manteiga
3 colheres de sopa de iogurte natural
3 colheres de sopa água
1 colher de chá de sal
Misturei tudo até dar ponto - em geral, tem que acertar a farinha. Dividi em 12 bolinhas e depois abri a massa para cobrir as forminhas.
Recheio:
3 alhos porós picados (a receita dizia 2, mas os meus eram pequenos) e refogados até ficarem macios.
250grs. de creme de leite
2 ovos
sal e pimenta a gosto
Colocar o alho poró refogado nas forminhas já com a massa. Numa tigela, bater os ovos e depois misturar delicadamente o creme de leite, temperando com sal e pimenta à gosto. Cobrir o alho poró com o creme, cuidando de não transbordar da forminha, é claro. Salpicar queijo parmesão por cima das quichezinhas e levar ao forno. Assa em cerca de 25 minutos em forno médio ou até dourar."
14 de fevereiro de 2011
fabiana e edu nos piqueniques
eles chegam com o filho e carregados de potes potinhos potões. sempre uma surpresa. e sempre a gente vai descobrindo aos poucos quem é especialista em quê. algumas coisas têm a cara do edu e foi a fabiana quem fez. outras têm a cara da fabi mas são obra do edu. não se esquecem do café, nem dos talheres. nem da toalha. é sempre uma alegria quando estão.
desta vez, trouxeram cookies de banana, brigadeiros, quiches, e o famigerado sanduíche de ovo.
algumas receitas, como nos lembra fabiana, já foram publicadas:

"Os cookies de banana, já dei a receita aqui.
Dessa vez, a única diferença foi que usei só 2 xícaras de açucar demerara (ao invés das mais de 3 que eles dizem pra colocar).

O pão com ovo também já dei a receita aqui."
outras receitas dos dois colocarei nestes próximos dias.
desta vez, trouxeram cookies de banana, brigadeiros, quiches, e o famigerado sanduíche de ovo.
algumas receitas, como nos lembra fabiana, já foram publicadas:
"Os cookies de banana, já dei a receita aqui.
Dessa vez, a única diferença foi que usei só 2 xícaras de açucar demerara (ao invés das mais de 3 que eles dizem pra colocar).
O pão com ovo também já dei a receita aqui."
outras receitas dos dois colocarei nestes próximos dias.
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